No dia do evento, à porta, com a fila lá fora: é aí que uma ferramenta se julga. O ecrã Abrir a porta foi feito para isso e para mais nada. Abre-se a partir do separador Check-in do seu evento e usa-se num telemóvel.
Ler com a câmara
- Abra o seu evento, separador Check-in, e depois Abrir a porta.
- Toque em Ativar a câmara. O navegador pede autorização uma vez.
- Coloque o QR do bilhete dentro da moldura dourada. O código segue sozinho, não é preciso carregar em nada.
O bilhete funciona tanto no ecrã do telemóvel do participante como no PDF impresso ou no crachá. Se a sala estiver escura, o botão Lanterna acende a luz do telemóvel quando o equipamento o permite.
Note: pode sempre escrever o código à mão, ou procurar a pessoa pelo nome. Um telemóvel sem bateria, um bilhete esquecido, um ecrã partido: é o primeiro incidente real em qualquer porta, e não tem nada de excecional.
Procurar alguém pelo nome
A coluna da direita contém toda a lista de inscritos. Escreva as primeiras letras de um nome e toque em Deixar entrar. As pessoas que ainda não chegaram aparecem primeiro: são essas que procura.
A lista é carregada uma só vez ao abrir o ecrã e depois guardada no aparelho. A pesquisa continua instantânea e continua a funcionar sem rede.
Quando a rede cai
Uma cave, uma tenda, duas mil pessoas no mesmo ponto de acesso: a ligação falha exatamente quando é precisa.
O ecrã continua. Cada leitura torna-se um gesto com hora, guardado no aparelho, e uma faixa laranja mostra N por enviar. Assim que a rede volta, tudo segue sozinho e a faixa desaparece.
Duas coisas a saber:
- A hora registada é a da leitura, não a do envio. O relatório de afluência mantém-se correto mesmo depois de um corte de uma hora.
- Enquanto a faixa estiver lá, ainda não seguiu. O ecrã nunca finge o contrário.
Várias pessoas na mesma porta
Pode abrir este ecrã em tantos telemóveis quantos quiser, na mesma porta ou em várias entradas. Alguém lido duas vezes só é contado uma vez: isso é garantido no servidor, não apenas no ecrã.
Um bilhete já validado mostra Já entrou a laranja, com a hora da passagem. Não é um erro, é uma informação.
O que dizem os três números
No topo do ecrã, três contadores que contam pessoas, não inscrições: uma compra familiar de quatro bilhetes faz entrar quatro pessoas.
| Contador | O que indica |
|---|---|
| Faltam | Quantas pessoas ainda são esperadas. É este que diz se é preciso abrir uma segunda porta. |
| Dentro | Quantas já estão na sala. |
| Esperados | O total de inscritos não anulados. |
Atualizam-se sozinhos a cada cinco segundos, em todos os aparelhos abertos.
Com sessões
Se o seu evento tiver sessões, escolha no topo do ecrã a que a sua porta assegura. Escolhe-a uma vez à chegada, não a cada leitura.
- Um bilhete comprado para uma sessão específica só é válido nela. Noutra, o ecrã mostra Sessão errada a laranja e indica a sessão do bilhete: oriente a pessoa, não a recuse.
- Um bilhete «todas as sessões» é lido em cada sessão. O segundo dia funciona normalmente.
Os crachás
O botão Crachás produz uma folha A4 para recortar, oito crachás por página, pela ordem da lista apresentada. Cada um leva o nome em grande, a sessão, a categoria e o QR do bilhete: o crachá serve assim também de bilhete, o que evita tirar o telemóvel todas as manhãs de uma conferência de três dias.
Uma família de quatro recebe quatro crachás, um por pessoa.
Imprima-os na véspera e ordene-os alfabeticamente: é isso que faz a diferença entre uma entrada fluida e uma fila.
O que o ecrã ainda não faz
- Não imprime crachás no momento numa impressora de etiquetas.
- Não regista bilhete a bilhete dentro de uma compra familiar: ler um dos códigos da família faz entrar a linha inteira.